LIBIDO E DISFUNÇÃO ERÉTIL: BAIXA TESTOSTERONA PODE SER A CAUSA

by Genio Pulaçao
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DISFUNÇÃO ERÉTIL SOS

Os médicos veem um número cada vez maior de homens querendo verificar seus níveis de testosterona quando o interesse sexual começa a diminuir ou enfrentam dificuldade em manter a ereção. A atenção da mídia voltada à disfunção sexual e o aumento na conscientização quanto ao elo entre hormônios e desempenho sexual contribuem para o número de homens buscando aconselhamento. Embora exista uma conexão entre o baixo desejo sexual e os baixos níveis de testosterona, os médicos rotineiramente encontram uma condição médica subjacente ligada às dificuldades sexuais.

A disfunção erétil raramente deriva tão somente da baixa testosterona. A condição tem maior probabilidade de ser causada pelo endurecimento das artérias, uma condição definida como aterosclerose. As três causas principais da aterosclerose são pressão alta, diabetes e altos níveis de colesterol. Quando ocorre o endurecimento das artérias, o fluxo sanguíneo para o pênis é restringido, dificultando alcançar uma ereção. Apenas um em cada três pacientes diagnosticados com aterosclerose também confirma testosterona baixa. Os homens podem notar que quando têm essas condições médicas sob controle, a disfunção erétil também é resolvida.

A única maneira de identificar positivamente a causa da baixa libido ou disfunção erétil é através de testes sanguíneos e um exame físico completo. A total falta de desejo sexual pode estar ligada à depressão, distúrbios dos rins ou fígado, disfunção da glândula pituitária, alcoolismo, obesidade ou estresse. Infecções ou câncer de próstata também podem reduzir os níveis de testosterona, junto com determinados medicamentos usados para tratar essas condições.
A testosterona representa o hormônio sexual masculino que regula o desejo sexual e faz os pelos crescerem no corpo e no rosto. Esse hormônio também aprofunda a voz do homem, dá mais volume à massa muscular, mantém os ossos fortes e produz glóbulos vermelhos saudáveis. O corpo masculino começa a aumentar a produção de testosterona na puberdade, com o desejo sexual atingindo seu pico na adolescência e aos 20 anos. Após os 30 anos de idade, a produção do hormônio gradualmente começa a decair.

Os níveis de testosterona em homens adultos saudáveis variam bastante e mudam ao longo do dia. Os níveis normais variam de 300 nanogramas por decilitro (ng/dL) de sangue a 1200 ng/dL. Testes sanguíneos que medem entre 100 e 200 ng/dL geralmente indicam um problema e exigem exames mais aprofundados. Os pesquisadores descobriram que homens obesos são 2,4 vezes mais propensos a sofrer redução nos níveis de hormônio. Aqueles com diabetes mostram taxas 2,1 vezes maiores, e homens com pressão alta apresentam probabilidade 1,8 vez maior de desenvolver baixa testosterona.
Os sintomas da testosterona baixa incluem perda inexplicável de massa muscular e uma mudança nos níveis de colesterol. Os homens podem começar a perder pelos corporais e desenvolver uma leve anemia devido à redução na produção de glóbulos vermelhos. Os ossos podem tornar-se fracos e quebradiços. Várias formas de tratamentos estão disponíveis, mas os efeitos a longo prazo são desconhecidos e são assunto de pesquisas contínuas.
Homens mais jovens que esperam ser pais podem optar por injeções periódicas de testosterona a cada poucas semanas para estimular a produção de esperma e aumentar a mobilidade dos espermatozoides. Homens sem interesse de reproduzir talvez escolham um emplastro, geralmente usado no escroto, que libera testosterona através da pele. Géis também estão disponíveis, mas os homens que usam esses produtos devem ter cuidado para não transferir a substância para a outra pessoa. Outras formas de tratamento incluem um adesivo aplicado às gengivas duas vezes por dia, tabletes orais e sticks de testosterona similares aos sticks de desodorante roll-on. Os médicos normalmente não recomendam nenhum desses produtos a pacientes que sofrem de câncer de mama ou próstata.

DISFUNÇÃO ERÉTIL SOS

Os efeitos colaterais da terapia de reposição hormonal incluem retenção de líquido. Os homens podem notar que urinam com menos frequência ou conseguem produzir apenas um jato de urina fraco. Alguns homens percebem que sua pele fica oleosa e têm um surto de acne enquanto usam esses medicamentos. Os pacientes que sofrem de apneia do sono – um distúrbio que causa repetidas interrupções da respiração durante a noite – podem ver piora da condição enquanto usam medicamentos à base de testosterona. Outros efeitos colaterais conhecidos incluem mau humor, aumento na agressividade e diminuição no tamanho dos testículos.
Quer as dificuldades sexuais derivem tão somente dos baixos níveis de testosterona ou de uma condição médica relacionada, o exame físico e os testes sanguíneos podem identificar corretamente o problema. Os homens podem resolver o problema da baixa libido ou disfunção erétil tratando um distúrbio cuja existência desconheciam. Os testes de acompanhamento podem determinar se o tratamento resolveu com sucesso quaisquer preocupações.

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